Resposta rápida
Fornecedor bom é o que entrega resultado + previsibilidade no pós. Para isso, você precisa de: (1) perguntas certas, (2) provas, (3) cláusulas mínimas.
Perguntas que revelam maturidade (não marketing)
Processo e entrega
- Como vocês evitam escopo infinito? (brief, discovery, critérios de aceite)
- Qual é a cadência de releases e como funciona o rollback?
- Como vocês tratam incidentes e causa-raiz (RCA)?
Pergunta decisiva
“Mostra um exemplo de backlog, entregáveis e relatório de status de um projeto real?”
Se não existe artefato, normalmente não existe método.
Segurança e risco de terceiros
O NIST recomenda aplicar um nível mínimo de diligência em fornecedores, identificando fatores de risco e exigindo evidências proporcionais ao impacto.
Pergunte:
- Onde os dados ficam? Quem acessa? Como auditam?
- Existe política de gestão de vulnerabilidades e atualização?
- Qual o plano de continuidade e backup?
Provas que você deve exigir (RTB)
Evidências rápidas
- Cases com contexto (problema → solução → métricas)
- Referências (cliente atual, não só “amigo do dono”)
- Demonstração: staging, logs, monitoramento, checklist de go-live
Prova de segurança
Se você lida com dados sensíveis, peça SOC 2 (quando aplicável) ou questionário de segurança. Um relatório SOC 2 é uma atestação independente sobre controles de segurança (e outros critérios).
Contrato: o que não pode faltar
SLA e rotina de suporte
Um SLA define o serviço, o nível esperado, como medir e consequências.
Inclua: prioridades (P0/P1/P2), tempos de resposta, janela de manutenção e canal.
Saída planejada (anti lock-in)
Sem cláusula de saída, você vira refém. Exija: exportação de dados, documentação mínima e transferência de conhecimento.
Fechamento: na growtech™ a seleção e o contrato viram um diagnóstico objetivo: critérios, provas e plano de sustentação. CTA: Agendar diagnóstico.
Notas e trade-offs (riscos, alternativas, dependências)
- Risco: escolher por preço e portfólio bonito, sem critérios e evidências — é um erro comum em processos de seleção.
- Trade-off: pedir provas (artefatos, referência, SOC 2/questionário) aumenta esforço inicial, mas reduz risco operacional e jurídico.
- Dependência: SLA só funciona com medição, rotina e responsabilidade definida; caso contrário vira texto decorativo.

